Centro Internacional de Implantes de Próteses Penianas
International Center For Penile Prosthesis Implantation
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Diabetes e Prótese Peniana

O Diabetes é a principal causa de disfunção erétil (problemas de ereção – impotência sexual) e está altamente associado com casos de diminuição do tamanho e do calibre do pênis, pois o diabetes favorece o surgimento de fibroses no interior do pênis. E muitos pacientes nem conseguem identificar esta perda de tamanho, pela má qualidade da ereção e só identificam com exames específicos que realizo no Consultório, como teste de ereção induzida e Elastografia. E se fizer somente o implante, o paciente ficará com pênis muito pequeno e muito insatisfeito. Nestes casos é necessário e fundamental fazer uma reconstrução para alongamento do pênis, recuperando maior tamanho e calibre possíveis até o limite do tamanho dos nervos, vasos e uretra, para no mesmo ato já implantar o maior tamanho de prótese peniana, visando o melhore resultado e máxima satisfação do paciente.

Particularidades e cuidados para implantes em portadores de diabetes:

  1. Controle adequado do diabetes (mantendo o controle do açúcar adequado), para minimizar o risco infeccioso e melhorar a cicatrização;
  2. Somente operar quando a pele estiver íntegra. Se tiver uma infecção, tem que ser tratada antes da cirurgia;
  3. Se a vascularização dentro do pênis (detectada com exame específico) estiver baixa, poderão ser usados medicamentos vasodilatadores junto com o implante, para favorecimento da chegada de mais sangue com antibióticos dentro do pênis, para a diminuição do risco infeccioso, melhora da cicatrização e melhor resultado da cirurgia.
  4. Utilização de implantes específicos com antibióticos agregados. Alguns modelos de prótese já vem com revestimento de antibióticos de fábrica e outros vem com dispositivo de poros para penetração de antibióticos, onde o cirurgião mergulha o implante em solução antibiótica para absorção da mesma. Então é importante usar os implantes específicos em pacientes diabéticos, para a minimização do risco infeccioso, melhora da cicatrização e melhor resultado da cirurgia.
  5. Uso de técnica para implantar que não toca na pele ou minimiza o toque na pele (Técnica “No Touch”). As bactérias que vivem na pele podem infectar o implante. Esta associação de cuidados técnicos com a utilização de implantes com cobertura de antibióticos, uma higiene adequada, raspagem de pelos dentro da sala de cirurgia (que o próprio Dr. Paulo tem o cuidado de fazer no intra-operatório), técnica de desenluvamento do pênis e minimizar o risco do implante tocar a pele;
  6. Uso da minha técnica – Técnica de Egydio (reconhecida internacionalmente como “Egydio’s Technique”, com patentes nos EUA e Europa) – realização da reconstrução peniana, com alongamento e recuperação do maior tamanho e calibre possíveis do pênis. Grande parte dos diabéticos que precisam fazer implante tem o pênis menor, pois o diabetes favorece desenvolvimento de fibroses no pênis, que podem provocar deformidades no pênis como redução do tamanho, afinamento, curvatura. E somente o simples implante de prótese deixaria o pênis muito pequeno e o paciente muito insatisfeito. E com a reconstrução peniana, alongo e recupero o maior tamanho possível do pênis até o limite do tamanho dos vasos, nervos e uretra e no mesmo momento cirúrgico já implanto a maior prótese possível, coma melhor resultado e maior satisfação do paciente.

OBS: Se o paciente não percebeu que perdeu tamanho é porque não ficou atento ou não tem mais ereção suficiente para poder perceber a perda. Se tem dúvida, fundamental fazer uma avaliação criteriosa no consultório com exames específicos (como ereção induzida e Elastografia), para não correr este risco e evitar este grande problema.

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